Silicone, Mastopexia ou Redutora? O Guia Definitivo Para Escolher a Cirurgia de Mamas Ideal
Quando uma mulher decide que chegou a hora de transformar os seus seios, ela geralmente chega ao consultório com uma queixa muito clara: “Doutor, os meus seios estão pequenos”, ou “Doutor, o meu peito caiu depois da amamentação”. O que a maioria das pacientes não sabe é que a solução anatómica para esses problemas varia drasticamente. O maior erro que uma paciente pode cometer é comprar a ideia de uma cirurgia baseada no que a amiga fez, sem entender a biologia da sua própria pele e glândula. Tipos de cirurgia de mamas é o que vai entender.
Na medicina estética de excelência, não existe “tamanho único”. Colocar uma prótese de silicone em um seio que precisa de um lifting (levantamento) é a receita certa para a frustração estética e o agravamento da flacidez. Guiados pela transparência do nosso Projeto Ruptura, a Clínica Orvia elaborou este guia definitivo. Descubra como o Dr. Carlos Neves avalia o seu colo e entenda, de uma vez por todas, a diferença entre Mamoplastia de Aumento, Mastopexia e Mamoplastia Redutora.
💡 O que você vai descobrir neste artigo (Resumo Rápido)
- O teste do lápis: Como saber se o seu seio tem flacidez (Ptose).
- Mamoplastia de Aumento: Quando a prótese de silicone é o suficiente.
- Mastopexia (Lifting): Por que apenas o silicone não levanta seios caídos.
- Mamoplastia Redutora: O alívio funcional para dores nas costas.
- Como o planeamento feito entre Março e Abril garante o seu corpo para o verão.
Índice do Artigo (Clique para ir direto ao assunto):
- 1. O Teste de Ptose: Entendendo a Queda do Seio
- 2. Mamoplastia de Aumento: A Magia do Volume
- 3. Mastopexia: A Engenharia de Levantar os Seios
- 4. Mamoplastia Redutora: Saúde e Proporção
- 5. Dúvidas Frequentes (FAQ)
1. O Teste de Ptose: Entendendo a Queda do Seio
Antes de escolher a cirurgia, o cirurgião plástico precisa avaliar o grau de “Ptose Mamária” (a queda do seio). A gravidade, a amamentação, a genética e as oscilações de peso esgarçam os ligamentos que seguram a glândula. Uma forma simples de entender o seu grau de ptose em casa é observar a posição da aréola em relação ao sulco inframamário (a dobrinha debaixo do seio). Tipos de cirurgia de mamas
Se a sua aréola aponta para a frente e está acima dessa dobrinha, o seu seio não tem queda severa. Se a aréola aponta para baixo, ou se a glândula “escorre” e cobre a dobrinha debaixo do seio, você possui ptose (flacidez). Esse diagnóstico é o divisor de águas que definirá se você precisa apenas preencher o seio ou se será obrigatório cortar a pele flácida para montar o colo novamente.
2. Mamoplastia de Aumento: A Magia do Volume
A Mamoplastia de Aumento (Colocação de Prótese de Silicone) é a cirurgia indicada exclusivamente para mulheres que possuem seios firmes, com excelente elasticidade de pele e sem flacidez, mas que desejam aumentar o volume, a projeção e marcar o colo.
Neste procedimento, o Dr. Carlos Neves faz uma incisão mínima (cerca de 3 a 4 cm, geralmente no sulco inframamário) e cria um espaço por cima ou por baixo do músculo peitoral para abrigar a prótese. É uma cirurgia rápida, muitas vezes permitindo a alta no mesmo dia com a técnica de Recuperação Rápida (R24R). Atenção: Se o seu seio for flácido, colocar uma prótese pesada sem retirar a pele fará com que o seio caia ainda mais rápido após alguns meses.
3. Mastopexia: A Engenharia de Levantar os Seios
Se você passou por gestações, amamentou, sofreu o efeito do emagrecimento rápido (Efeito Ozempic) ou simplesmente tem tendência à flacidez, a Mastopexia (Lifting Mamário) é a sua cirurgia. O objetivo aqui é redesenhar a anatomia.
O cirurgião retira o excesso de pele frouxa, eleva a glândula mamária caída de volta ao seu lugar de origem e reposiciona a aréola para cima. A Mastopexia deixa cicatrizes maiores (frequentemente em formato de “T invertido” ou “L”), mas a troca é extremamente vantajosa: você troca pele flácida por um colo jovem, empinado e firme. A Mastopexia pode ser feita sem silicone (usando a sua própria glândula para montar o colo) ou com silicone (caso a sua glândula tenha murchado muito e você deseje um polo superior bem marcado).
4. Mamoplastia Redutora: Saúde e Proporção
Diferente da busca por volume, a paciente da Mamoplastia Redutora busca alívio. Seios gigantes (gigantomastia) causam dores crónicas na coluna cervical, marcas profundas das alças do sutiã nos ombros, assaduras frequentes debaixo do peito no verão e uma grande limitação para a prática de desportos.
A técnica cirúrgica é muito semelhante à da Mastopexia (com cicatriz em T invertido), mas o foco do Dr. Carlos Neves é a ressecção (retirada) de grandes volumes de tecido glandular e gordura pesada. O seio é reduzido a um tamanho proporcional ao tórax da paciente, aliviando imediatamente a dor nas costas e devolvendo a leveza e a elegância ao vestir roupas ajustadas.
5. Dúvidas Frequentes sobre Tipos de Cirurgia Mamária
1. É possível levantar o seio caído apenas colocando uma prótese grande?
Não, e este é um erro médico gravíssimo. Uma prótese de silicone apenas adiciona volume. Se a pele for flácida (como um elástico frouxo), colocar uma prótese pesada esticará ainda mais esse tecido. O resultado é o temido efeito “bola presa numa meia”: o seio fica pesado, a aréola aponta para baixo e a prótese escorrega para a base do tórax. Pele frouxa deve ser removida cirurgicamente através da Mastopexia.
2. A cicatriz em “T invertido” da Mastopexia fica muito feia?
Com o cuidado pós-operatório adequado e o uso de fitas de silicone, as cicatrizes tendem a ficar extremamente finas e claras após 12 meses. A parte horizontal fica completamente escondida na dobra inferior do seio (coberta por qualquer sutiã ou biquíni), e a linha vertical clareia significativamente. A absoluta maioria das mulheres prefere mil vezes uma cicatriz plana e clara a conviver com o desconforto de seios flácidos e caídos até o abdómen.
3. Qual a diferença entre a cirurgia de mamas no verão e no inverno?
Como explicamos no nosso artigo sobre o porquê de operar no inverno, o clima frio (de maio a agosto) é o aliado perfeito. O sutiã cirúrgico compressivo é muito mais confortável no frio, o suor é mínimo (o que evita irritações nos pontos) e a vasoconstrição natural do outono reduz drasticamente os inchaços. Planejar a sua cirurgia em março para operar no meio do ano é o cronograma ideal de sucesso.
4. O plano de saúde (convênio) cobre a Mamoplastia Redutora?
A cirurgia estética de aumento (Silicone) e a Mastopexia não têm cobertura. Contudo, se a Mamoplastia Redutora tiver indicação estritamente funcional e reparadora — ou seja, se for comprovado através de laudos ortopédicos que o peso excessivo das mamas (gigantomastia) está a causar danos degenerativos na coluna da paciente —, é possível solicitar a cobertura ou o reembolso das taxas de internamento junto ao seu plano de saúde. A Clínica Orvia orienta as pacientes nesse processo burocrático.
5. Posso amamentar no futuro após uma cirurgia de redução ou elevação?
Depende da técnica e do volume retirado. Na Mamoplastia de Aumento (apenas silicone), a capacidade de amamentação é preservada em 100%, pois os ductos lactíferos não são cortados. Na Mastopexia severa e na Mamoplastia Redutora, como há cortes e reorganização da glândula mamária, alguns canais de leite podem ser seccionados. Muitas mulheres conseguem amamentar normalmente após a redução, mas existe um risco clínico de redução da produção de leite, que deve ser conversado francamente com o cirurgião antes da operação.
O seu corpo é único e o diagnóstico também deve ser. Não tente adaptar a cirurgia de outra pessoa à sua anatomia. Agende uma avaliação de excelência com o Dr. Carlos Neves na Clínica Orvia em São Paulo e descubra o planeamento cirúrgico perfeito para as suas mamas.
Revisão Médica e Autoria:
Dr. Carlos Fernando Vieira das Neves
Cirurgião Plástico – CRM-SP 73594 | RQE 55020
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Diretor Técnico da Clínica Orvia, em São Paulo (Zona Sul).





